Gente Buscando Gente

Duas identidades separam boliviana da vida em MS, ao lado do pai e dos filhos


Paula Maciulevicius


Trinta e quatro anos. Dois nomes, duas datas de nascimento, duas línguas e uma história de vida que se divide entre Brasil e Bolívia. Hoje, o enredo do que parece drama de novela está todo em Terenos e tem a  luta, na Justiça Federal, pela nacionalização de três crianças, para que Andreia possa viver o sonho de ser filha.

No primeiro documento, ela é Silvia Andreia Vargas Mercado. No segundo, Andreia Vargas Mercado. Nascida em agosto, registrada em janeiro. Uma mulher, hoje mãe, com duas identidades que trocou a vida que tinha no país vizinho para reencontrar o pai em Mato Grosso do Sul. O sonho que era só dela, passou a ser de toda família, mas hoje esbarra na burocracia.

Nascida em São Paulo, filha de mãe boliviana e pai brasileiro, Andreia foi levada pela mãe para o país de origem do dia para a noite. “Para ele foi chocante, ele estava viajando e quando chegou, achou tudo vazio”, conta sobre o pai. À época, a menina tinha 2 anos de idade. A troca de documentos e o registro na Bolívia foi feito para que o pai nunca pudesse localizar a menina.

“Toda a minha vida eu nunca soube quem era ele”, descreve. Um dia, olhando fotos no álbum de infância, entre os 6 e 7 anos, Andreia viu um homem, estranhou e perguntou quem era. “Ela falou que era o meu pai. Disse o nome dele e mais nada...”

Há quatro anos Andreia entrou em contato com a ONG brasileira “Gente buscando gente”. “Eu só tinha o nome completo dele ‘Adauto Marcelino da Silva’, não tinha noção da idade e só sabia que ele trabalhava com refrigeração, geladeira”, conta. Foram dois anos de procura da ONG pelo pai no Brasil e um tempo que parecia eterno de Andreia a espera de notícias. Até que em 2013 houve o reencontro no palco do Programa do Ratinho.

“Quando eu o vi foi emocionante, eu fiquei muito nervosa. Conheci irmãos, sobrinhos, a minha família”. De São Paulo, seu Adauto, que hoje tem 68 anos, veio morar em Mato Grosso do Sul, a última cidade é a que toda família vive, Terenos. “Era o meu sonho, dos meus filhos e do meu marido, de morar no Brasil”, diz ela.

Andreia deixou a empresa de enxoval de bebê que tinha no Chile, país onde vivia, para ser filha. “Meus irmãos, eles são a minha cara. Igualzinho”, diz olhando as fotos.



Há dois anos aqui, o problema tem sido um só: a burocracia da documentação. Com duas identidades, Andreia é brasileira, mas no documento dos três filhos é a mãe boliviana. A crise de identidade descoberta junto com a história de vida agora se estende aos filhos. “Dificuldades para colocar os filhos na escola, de ser atendida no SUS...”, explica.

No caminho da nacionalização dos filhos, ela teve de fazer exame de DNA para comprovar, primeiro que era mãe do trio e depois justificar a história que a trouxe aqui, de que era filho de Adauto. "E cada vez me pedem outro documento na Justiça Federal. O Ministério Público mandou matricular as crianças na escola, mas antes a Justiça queria deixá-los num abrigo até eu provar que era mãe deles", narra.

A documentação do nascimento de Andreia no hospital em São Paulo já veio e tudo mais o que pudesse ser exigido. "Não sei mais o que eles podem pedir. Eu deixei toda a minha vida lá para começar de novo. Eu nunca tive pai, faço isso por mim e pelos meus filhos, não acho justo que eles também percam uma família".

A entrada com pedido de registro dos filhos no Brasil tem a data de novembro de 2013. "Todo mundo estava muito emocionado de chegar no Brasil, foi uma luta e ainda é".

*Do Jornal Campo Grande News.

Alegria em Coronel Fabriciano (MG)


Há 60 anos dona Umbelina procurava pela irmã Madalena Soares Batista que saiu de Mantena no interior de Minas Gerais acompanhando o marido por este mundo afora como ela mesma conta.

Foram inúmeras tentativas de localização. Com ajuda da nora Maria e do filho José Venâncio ela enviou diversas cartas para programas de televisão que realizavam sonhos e reencontros, mas não obteve resposta.

Até que eles conheceram o trabalho da ONG Gente Buscando Gente pela TV e vieram até Governador Valadares (MG) participar do extinto “Quadro Desaparecidos” que a TV Leste fazia em parceria conosco.   

Do quadro ela participou apenas uma vez, mas a ONG continuou acompanhando a busca. Hoje nosso diretor Carlos Rodrigues esteve em sua casa para colocá-la em contato com as sobrinhas por parte desta irmã que infelizmente faleceu a cerca de 15 anos.

Dona Umbelina ficou muito feliz de falar com as sobrinhas e já planeja ir até Santa Cruz Cabrália na Bahia onde elas moram.





Mulher encontrada com amnésia faz apelo global online para descobrir quem é


Uma mulher que foi encontrada na Califórnia, nos EUA, com amnésia, lançou uma campanha global pela internet para tentar descobrir quem é.

Acredita-se que a mulher, que foi apelidada de "Sam", seja australiana.

Ela foi encontrada por bombeiros no sul da Califórnia no início deste ano.

Médicos acham que um grande tumor apagou as memórias de Sam, diz sua página no Facebook.

Em entrevistas a TVs locais, ela diz não se lembrar quem é nem de onde veio. Mas ela sonhou estar nadando em uma praia em Perth, na Austrália, e no Havaí.

"Não tinha nada comigo, nem joias, nem bolsa, nada", disse à NBC 7. "Há uma grande névoa por todo o meu cérebro."

A Interpol colocou "Sam" na lista internacional de pessoas desaparecidas e diz que ela tem cerca de 50 anos e fala inglês e francês.


Do UOL São Paulo.

Visitante


Hoje pela manhã recebemos a visita da Vanencia Moura.

Ela é presidente da Associação Comunitária do Conjunto SIR (Acossir) em Governador Valadares (MG).


Corpo de montanhista desaparecido após avalanche é identificado 42 anos depois



O corpo de um montanhista neozelandês foi oficialmente identificado mais de 40 anos depois de seu desaparecimento.

David Erik Moen tinha 19 anos quando, em 1973, foi pego por uma avalanche na geleira Tasman, no Parque Nacional Aoraki - Mount Cook, na Ilha do Sul.

Os restos de Moen foram encontrados apenas no começo deste ano e a identidade confirmada graças a um exame de DNA.

A família de Moen homenageou o jovem e afirmou que ele era um "um grande aventureiro" cuja perda "foi muito sentida por nós e pelos amigos".

"Não podemos expressar em palavras, é como ter David de volta para nós depois de todo este tempo", informou a família em uma declaração.

"O espírito de David ainda está no ambiente belo e pacífico que tirou a vida de um jovem maravilhoso e amado no ápice de sua vida."

David Moen estava escalando com um amigo em setembro de 1973 quando eles foram pegos por uma avalanche.

O corpo do amigo foi encontrado junto com a bolsa de David.

Mas o corpo do montanhista passou 42 anos desaparecido, até ser encontrado por dois montanhistas em fevereiro de 2015 no que a imprensa local descreveu como "bom estado de conservação".

Também foram encontrados restos humanos perto da geleira de Hochstetter, em março, mas a polícia ainda não conseguiu identificá-los.


Site vai ajudar a encontrar pessoas enterradas como desconhecidas


Começou a funcionar nesta semana, em plataforma online e gratuita, a Central Nacional de Óbitos de Pessoas Não Identificadas, que vai ajudar a encontrar pessoas que foram enterradas como desconhecidas. De acordo com a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo (Arpen-SP), responsável pela iniciativa – inédita – no país, dados serão disponibilizados em cartórios de registro civil de oito estados e o Distrito Federal. São eles: São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pernambuco. Entre os 10 milhões de cadastros existentes, cerca de 53 mil são de pessoas registradas como desconhecidas.


A central atende à Recomendação nº 19, de 2015, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ): o objetivo é auxiliar parentes de pessoas desaparecidas. O mecanismo vai permitir também que órgãos públicos façam a conferência de registros de óbito para o encerramento de processos administrativos ou judiciais. O banco de dados disponibilizará informações como idade presumida, sexo, cor da pele, sinais aparentes e data do óbito.

De acordo com Ivanise Esperidião, presidenta da organização não governamental Mães da Sé, anteriormente, as buscas eram feitas pelo Instituto de Identificação a pedido da Polícia Civil, mas podiam demorar anos. “Muitas vezes, a pessoa desaparece e vem a óbito no mesmo dia. A ferramenta, nessa situação, agiliza a identificação dos corpos. Com isso, diminui o tempo de angústia das famílias, porque [põe fim a] a expectativa de que a pessoa esteja viva em algum lugar", avaliou.

A busca no site  pode ser feita com os seguintes campos para filtrar a informação: estado, cidade, sexo, cor da pele e idade aproximada. “Não é possível ter certeza de que se trata de um determinado parente, mas é mais uma ferramenta, mais um indício”, explicou Luis Carlos Vendramin, vice-presidente da Arpen-SP. Ele destacou que, em alguns casos, é possível que o registro traga informações sobre roupas que estavam sendo usadas, marcas ou tatuagem.

Ivanise acredita que é fundamental que a central seja aberta e gratuita para possibilitar às próprias famílias acompanhem o sistema para verificar os registros e as possíveis características apontadas nos documentos. “Nos casos em que a pessoa tem características como tatuagem, sinais, cicatrizes, fica mais fácil identificar. Mas, mesmo quando não tem, vamos fazendo cruzamento de dados e a gente acredita que a resposta virá com mais rapidez”, apontou.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Programa de TV finge reencontro entre mãe e filha e é criticado


Um programa de auditório do Camboja simulou um reencontro entre a mãe de uma jovem cantora e ela, porém tudo não passava de uma brincadeira

O programa "Penh Chet Ort", de Camboja foi obrigado a pedir desculpas nesta semana por conta de uma pegadinha cruel com uma menina de 13 anos. A garota, acreditava que reencontraria a mãe, de quem estava separada há anos. A história repercutiu em diversos veículos internacionais.

O problema aconteceu durante um especial de dia das mães, do qual a adolescente norte-americana Autumm Allen, que é cantora, participou. Os apresentadores contaram `garota que ela reencontraria sua mãe, da qual foi separada aos seis anos, quando se mudou para o Camboja com o pai.


Ao ouvir sobre sua mãe, a menina começou a chorar e afirmou que o reencontro seria "um sonho se tornando realidade". Porém, quando os apresentadores chamaram a "mãe" da menina para o palco, quem entrou foi um comediante cambojano Chuop Rolin, vestindo roupas de mulher. Ao ser questionada se realmente tinha acreditado que o reencontro seria real, a adolescente respondeu: "eu não sei".

A emissora MyTv foi muito criticada pela mídia local pela brincadeira. A produção, então, enviou um pedido de desculpas para Allen através de seu Facebook.

Em uma entrevista ao jornal local "Phnom Penh Post", a adolescente afirmou que ficou triste no momento, mas que acabou se divertindo no programa. "Naquele dia, estava muito animada porque pensei que minha mãe estava vindo mesmo. Na hora, fiquei triste por não poder ver minha mãe, mas me diverti fazendo o programa. No começo, fiquei decepcionada, mas Rolin me fez rir tanto que me diverti".


Procura pelos irmãos


Ontem, 12 de maio, viajamos até a cidade de Conselheiro Pena (MG) para conhecer os detalhes da busca de dona Maria Pereira da Silva, 72 anos.


Ela procura pelos irmãos que foram levados para o Estado do Rio de Janeiro há mais de 40 anos (possivelmente em 1976). Segundo ela para a cidade de Parati Mirim.

Na época, ela morava com eles na casa dos patrões no povoado de Palmeirinha em Resplendor (MG), quando a irmã Luzia veio buscá-los para morar com ela no Rio de Janeiro.


Dona Maria acredita que seus irmãos tenham recebido o mesmo sobrenome dela.

Sendo eles:

Luzia Pereira da Silva
João Batista Pereira da Silva
Jaconias Pereira da Silva
Antônio Pereira da Silva
Neli Pereira da Silva
Eni Pereira da Silva (tinha na época nove anos)
Edes Pereira da Silva
Laurinda Pereira da Silva (que estaria morando atualmente em Santa Tereza (ES)

Deputados planejam lançar frente parlamentar para pedir auxílio às famílias de desaparecidos


O projeto será presidido pelo deputado distrital Wellington Luiz (PMDB), mas foi assinado pelos 24 parlamentares da Casa


A Câmara Legislativa planeja criar, até o próximo dia 20, uma frente parlamentar em apoio às famílias de pessoas desaparecidas. . O objetivo da frente é cobrar mais assistência governamental às famílias dos desaparecidos, além da reestruturação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas e da obrigatoriedade do registro da ocorrência neste banco de dados.

Segundo Wellington Luiz, sem receber o auxílio necessário por parte da polícia e do Estado, muitas famílias o procuram na esperança de reencontrar seus entes queridos. “O ideal é que todos os desaparecidos sejam encontrados ou que facilitemos ao máximo essa busca, por meio de um acesso mais amplo à informação”, comenta ele.

De acordo com o distrital, uma das famílias empenhadas na constituição da frente parlamentar é a do jovem Artur Paschoali, desaparecido no Peru, em 2012, aos 20 anos. Após passar por mais de 182 cidades peruanas e percorrer montanhas e vales da região atrás do filho, o administrador Wanderlan Viera e a arquiteta Susana Pachoali continuam as buscas até hoje, mas com recursos próprios. 

Assim como Artur, todos os anos milhares de pessoas desaparecem pelo mundo afora. O sumiço se dá por diversos motivos, entre eles, em casos extremos,  conflitos armados, desastres naturais, migrações e atentados. No Distrito Federal, segundo a Secretaria de Segurança Pública, são registrados anualmente cerca de 2,5 mil casos de desaparecimento. Acontece que cada pessoa que vai embora deixa para trás inúmeras outras,  que sofrem com a angústia de não saber o que aconteceu.


1,1 MIL SUMIRAM

Os últimos dados da Secretaria de Segurança datam de 2013. De janeiro a abril daquele ano havia 1,1 mil desaparecidos no DF, dos quais apenas 383, ou 33%, foram encontrados em um curto período de tempo. Do total, 647 eram homens (56%) e 504 mulheres (44%).

Na ocasião, havia mais homens do que mulheres com o paradeiro desconhecido. A faixa etária com maior índice de desaparecidos era  30 a 49 anos entre os homens e  18 a 29 anos entre as mulheres. Já a região administrativa com maior número de sumidos era   Ceilândia.


ENTIDADES PRESTAM APOIO

Em 2012, a média mensal de pessoas desaparecidas foi de 251, número que subiu para 287 no primeiro quadrimestre de 2013.  Segundo a presidente da Associação Desaparecidos do Brasil, Amanda Bolkede, após o boletim de ocorrência, a família deve se cadastrar   nas entidades de apoio, como a própria Associação Desaparecidos do Brasil e o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. “Orientamos os familiares, fazemos um cartaz e soltamos alertas para toda a rede de voluntários e redes sociais”, explica. 

De acordo com ela, quando o motivo do sumiço não é grave, a pessoa normalmente é localizada ou retorna espontaneamente para casa. “Porém, quando há outras situações envolvidas, como  sequestro ou tráfico de pessoas, a localização  nem sempre acontece. A estimativa do governo é de que, em  cada 200 mil pessoas desaparecidas todos os  anos, 40 mil sejam crianças. Dessas, de 10% a 15% retornam”, diz.


INCERTEZAS ATORMENTAM

A secretária Ivonete Pereira de Lima, 53 anos, não vê o irmão há mais de 20 anos. Nilo Pereira de Lima morava no Rio de Janeiro, como parte da família, até que um dia “simplesmente sumiu”. “Minha filha o conheceu quando era criança. Minha mãe faleceu em 2006 sem reencontrá-lo. Ele, se estiver vivo, não sabe que ela já se foi”, comenta.

Segundo ela, a polícia abriu investigação e fez buscas na época, mas nunca respondeu as perguntas: como? Onde? Por quê? “Procuramos na internet,  mas nunca encontramos nenhum sinal. Espero poder revê-lo”, diz.

A secretária Márcia Pereira, 54 anos, procura a mãe biológica. Adulta, ela descobriu que era adotada e, desde então, busca conhecer suas origens e os motivos que levaram sua mãe a optar por tal escolha. “Fiquei sabendo quando eu tinha 32 anos, após o falecimento do meu pai de criação. Tenho informações de que minha mãe biológica morou em Brasília, mas não sei se continua aqui e, sequer, se está viva. Olhar para trás e não saber de onde vim dá um vazio muito grande”, lamenta.


A BUSCA CONTINUA

Em agosto último, o JBr. mostrou a história de Adriana França, 24 anos, desaparecida desde outubro de 2013. Sua mãe, a empresária Maria Ivoneide, 48 anos, conhece bem a dor causada pela incerteza constante. Adriana morava em Santa Maria e, num dia qualquer, foi a pé à parada onde costumava pegar a condução para o trabalho. “Ela foi para o ponto de ônibus às 8h30 e encontrou uma vizinha. Essa foi a última vez que foi vista”, conta Ivoneide.

A jovem, recém-separada e com um filho, hoje com oito anos, não morava na casa dos pais, mas ia lá todos os dias. Para a mãe, o pior é a incerteza. “Eu nunca vou esquecer minha filha. Preciso de uma resposta, qualquer que seja”, conclui. O caso ainda é investigado em sigilo pela 33ª DP (Santa Maria).


Mulher que pensou ter perdido filha após parto a reencontra após 49 anos


Hospital disse a americana que bebê havia morrido.

Advogado acredita que criança foi vendida para pais adotivos.


Uma mulher que recentemente reencontrou sua filha de 49 anos – que ela acreditava ter morrido no hospital após o parto – entrou com uma petição na Justiça dos EUA nesta segunda-feira (4) pedindo acesso a arquivos de adoção para tentar entender o que aconteceu. Zella Jackson Price, de 76 anos, acredita que o hospital pode ter vendido bebês na década de 1960, dizendo às mães biológicas que eles tinham morrido.

O caso aconteceu no Hospital Homer G. Phillips em St. Louis em 1965. Zella deu à luz uma menina chamada Diane no dia 25 de novembro, e diz que pouco tempo depois, foi informada por uma enfermeira que a criança havia morrido.

No mês passado, ela se reencontrou com a filha, que foi criada como Melanie Diane Gilmore, depois que a neta encontrou seu certificado de nascimento. As duas fizeram um teste de DNA, que confirmou com quase 100% de certeza que as duas são mãe e filha.

Desde que a notícia surgiu, cerca de 20 mulheres procuraram o advogado das duas afirmando que seus filhos também morreram no hospital entre as décadas de 1950 e 1960 – elas temem que eles possam ter sido na verdade adotados por outras famílias.

Muitas contam uma história similar:  eram todas negras e pobres, com idades entre 15 e 20 anos. O advogado Albert Watkins disse que elas não tiveram permissão para ver seus filhos mortos e não receberam certidões de óbito. Todas foram notificadas por enfermeiras – a notícia normalmente é dada por um médico.

A petição feita nesta semana não pede compensação financeira – visa apenas ter acesso aos arquivos do hospital e de adoções da épica. O advogado firmou que espera encontrar informações que possam explicar o que aconteceu na época.

Uma porta-voz do FBI, a polícia federal americana, disse que a agência está ciente das alegações e encorajou que qualquer pessoa com informações relevantes sobre o caso procurem o escritório local. Rebecca Wu não informou se o FBI abriu uma investigação sobre tráfico de pessoas.

O advogado Watkins acredita que os bebês foram vendidos para pais adotivos. Ele pediu que o governo do Missouri e a prefeitura de St. Louis façam investigações.


*Do G1.

Como enviar minha história?


Para todos que nos enviam pedidos de ajuda pela página, recomendamos antes que pesquise um pouco sobre a nossa entidade e também entenda o modo certo de solicitar ajuda.

Trata-se de uma organização não governamental (ONG), que realiza principalmente o trabalho externo (trabalho de campo) de procura pelo paradeiro de pessoas desaparecidas e/ou que perderam o contato, também a busca de familiares biológicos.

As divulgações na internet são apenas uma extensão do trabalho realizado nas muitas viagens feitas no intuito de localizar nossas pessoas.

Busque entender como funciona, como é mantida, quanto tempo leva para achar a pessoa, entre outras perguntas que são facilmente respondidas ao visitar o site www.gentebuscandogente.org.br.


Depois disso, se desejar ter o acompanhamento em sua busca, nele poderá cadastrar a história.


Gravação de reportagem


A aposentada Maria dos Anjos Souza de 64 anos foi uma das entrevistadas para a matéria produzida pela TV Leste no dia 20 de abril.

Ela contou o drama que vive desde setembro de 2011 quando seu irmão SÉRGIO DE SOUZA LIMA desapareceu em Governador Valadares (MG).




Desaparecido em São Paulo


Sumiço de DJ mineiro completa três meses e amigos pedem que ele volte
Família e Polícia Civil fazem buscas e, até o momento, não encontraram nenhuma pista sobre André Camargos

“Cadê você?”, “volta logo pra gente”, “está fazendo muita falta”. Esses são os apelos dos amigos de André de Santana Camargos, 34, que esperam por notícias do DJ mineiro, desaparecido há exatos três meses. Ele foi visto pela última vez em um hotel em São Sebastião, no litoral Norte de São Paulo. A Polícia Civil paulista investiga o caso, mas ainda não encontrou nenhuma pista sobre o paradeiro de Camargos, assim como a família que faz buscas por conta própria.

“Não tivemos notícias (da polícia) ainda não. Também continuamos a fazer buscas por conta própria, mas não encontramos nada, nada. Estamos tentando divulgar nas redes sociais para ajudar, mas aqui em BH não adianta. Temos que divulgar na região. Fizemos buscas, distribuímos fotos, mas nada", contou a mãe de Camargos, Maria das Graças.

Pela internet, os amigos de Camargos torcem e pedem para que ele volte pra casa, que dê notícias.

Relembre o caso

Camargos hospedou-se em um hotel em São Sebastião, no dia 23 de janeiro, uma sexta-feira. De acordo com a dona do estabelecimento, que pediu para não ter o nome divulgado, Camargos chegou de carro ao local, sozinho. Ele fez a reserva, deixou os pertences no quarto e depois saiu só de bermuda.

As câmeras de segurança do hotel registraram quando o músico saiu em direção à praia. Chovia muito na cidade no dia do desaparecimento.

Camargos morava em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, com os pais e o irmão.


*Do Jornal O Tempo.

Desaparecimento de crianças ainda é problema constante em Manaus


Na maioria dos casos, a culpa é dos pais, que deixam os pequenos em situação de risco. Delegada dá dica e pede atenção redobrada dos responsáveis


Quase 1,2 mil crianças menores de idade desapareceram em 2014 em Manaus, conforme registro da Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca).

De acordo com a titular da Depca, delegada Linda Glaucia, todos os casos foram solucionados. “Nós registramos os casos como fuga/desaparecimento. A mãe sente falta, registra o caso como desaparecido, mas na maioria das vezes é um caso de fuga e todos nós solucionamos em 2014”, confirmou. Ela relatou que desde 2000 até este ano, seis crianças continuam desaparecidas. Em todos os casos, foram sequestradas, porém continuam sendo investigados.

Segundo Linda Glaucia, o principal fator para o desaparecimento de uma criança é a falta de responsabilidade dos pais em não acompanhar a rotina do filho. Deixar que um menor abaixo dos 10 anos de idade vá a um estabelecimento comercial, mesmo que situado a alguns metros da sua casa, pode acarretar em um grave problema. A criança pode ser vítima de estupro, prostituição, aliciamento para o tráfico de drogas e sequestro.

Por causa dessa “ordem” ao menor, a mãe ou o pai podem ser indiciados criminalmente. Conforme a delegada, dependendo da localidade da casa e grau de risco do bairro, os pais podem responder pelo crime de abandono de incapaz, pena que varia entre seis meses a três anos de reclusão. Um crime que é afiançável, mas caso não seja efetuado o pagamento, o responsável será recolhido à cadeia pública.

“Em um local que permite uma maior atenção da mãe, como um bairro com maior índice de violência, e ela permitir que uma criança menor de 10 anos saia para ir a algum estabelecimento próximo e, no meio do caminho, acontece algo com ela, ou seja, um estupro, um aliciamento, eu vou indiciar sim, porque a responsabilidade maior é dela. Tá previsto em lei isso. Zelar e cuidar do filho são deveres da mãe”, explicou Linda Glaucia.

A delegada alerta às genitoras para que não deixem seus filhos ficarem sozinhos na companhia de um estranho. “Para evitar, não permita que seu filho fique sozinho nunca e jamais o deixe ir a algum local desacompanhado de um adulto, porque o que o infrator quer é apenas uma oportunidade e quando há um responsável por perto, ele não irá tentar nada, mas, se não tiver, ela será uma vítima em grande potencial para o bandido”, alertou Glaucia.

A criança desaparece principalmente no caminho da escola. “A melhor orientação é deixar e buscar o filho no colégio e acompanhá-lo em sua rotina”.

Mais de sete anos de sofrimento

Um caso que comoveu a população manauara foi o da jovem sorridente Shara Ruana Nascimento Reis que, em outubro deste ano completa 15 anos de idade. Ela desapareceu com sete anos no dia 28 de outubro de 2007, quando saiu de casa, no bairro Betânia, Zona Sul de Manaus, para ir a uma padaria. Era um domingo, às 7h, quando ela seguiu em direção ao estabelecimento e nunca mais retornou. O pai de Shara, o vigilante Pedro Lourenço Reis, 55, se arrepende até hoje de ter permitido que ela fosse à padaria naquele dia. Segundo ele, a filha sempre comprava pão na companhia da irmã mais velha, mas, nesse dia, a irmã havia ido à igreja e Shara teria pedido que fosse sozinha, pois já sabia o caminho. Porém foi uma ida sem volta. Até hoje, o pai não tem pistas sobre o paradeiro da filha, mas tem esperança de que um dia ela irá voltar aos seus braços.

“Eu tenho fé e acredito que um dia irei vê-la novamente. Eu penso que ela está viva e sendo bem cuidada pelas pessoas que a levaram”, disse, bastante emocionado. O pai de Shara contou à reportagem que a filha era como se fosse a sua sombra. “Ela sempre me ajudava. No dia em que ela sumiu, acordou cedo e me ajudou a limpar o quintal”, relembrou. Até hoje, o vigilante se questiona do porque não a acompanhou naquele dia.

Na época do desaparecimento, o caso de Shara saiu em todas as páginas dos jornais locais e mobilizou toda a equipe da delegada Linda Glaucia. Segundo o pai, a delegada foi uma amiga para ele e sempre se dedicou a encontrar sua filha. “Percorri muitos municípios do Amazonas, fui com a delegada Linda em vários locais com cães farejadores, mas nunca encontramos”, lamentou Pedro Reis.

Segundo Linda Glaucia, o caso não foi esquecido e ainda está sendo investigado. Ela pede a ajuda da população. “Nós temos que incomodar quem faz isso. A investigação só anda quando há uma denúncia, então as pessoas podem denunciar que suas identidades serão mantidas em sigilo”, finalizou.

Prevenir é o melhor remédio

A delegada também pede mais atenção às redes sociais. “Ver o que ele faz no Facebook, quais as amizades dele dentro e fora do colégio, whatssap, então tem de acompanhar. Porque quando as pessoas procuram a polícia é porque já aconteceu o pior, então dá pra evitar isso”, contou.Fábio OliveiraPedro Lourenço Reis diz que ainda vai ver a filha e acabar com a dor que atormenta o coração desde 2007, quando mandou ela ir à padaria sozinha. 

Do Jornal A Critica de Manaus

Gravação de reportagem na tarde de hoje


A matéria foi produzida pela TV Leste, afiliada da Record.


Recebemos o repórter Carlos Albuquerque e o cinegrafista José Honorato.



Desaparecido



OSWALDO FERNANDES SOARES desapareceu na cidade de Governador Valadares (MG) em janeiro de 2014.

Está já é a segunda vez que ele desaparece. Em 2013 a ONG Gente Buscando Gente localizou ele vivendo como morador de rua na cidade de Itaguaçú (ES), distante 230 km de onde desapareceu. 

Ele possui transtornos mentais e sem fazer uso de remédios e sem os cuidados da família, não consegue levar uma vida normal. Então certamente voltou a morar nas ruas.

Homem passa 18 anos na estrada à procura de seu filho desaparecido


A história de Guo Gantang, de 45 anos, ganhou notoriedade nas mídias sociais da China, espalhando-se pelo mundo.

Isso porque o homem passou os últimos 18 anos na estrada, em busca de seu filho desaparecido.

O calvário de Guo começou em 21 de setembro de 1997, quando Guo Zhen, seu filho de dois anos de idade, foi raptado do portão da frente de sua casa, em Liaocheng, província de Shandong. De acordo com uma menina que estava brincando com ele, Zhen foi roubado por uma mulher de meia-idade. Desde então, o pai com o coração partido tem dedicado sua vida a encontrar o menino. Guo tem viajado mais de 400.000 quilômetros por todas as províncias da China, exceto no Tibete, já desgastando 10 motocicletas no processo.

Na esperança de que alguém possa reconhecer o menino e lhe dar algumas informações úteis, Guo sempre carrega duas bandeiras com uma foto antiga do garoto amarradas em sua moto.

Guo Gangtang, um homem jovem de vida estável, agora tem um rosto enrugado cobertos de marcas de todos os anos em que passou na estrada. Seus olhos revelam toda a dor e angústia que ele sofreu por quase duas décadas. A família Guo nunca tirou uma foto de família desde o sequestro.

Infelizmente, Guo não tem sido bem sucedido até agora, mas no curso de sua busca, ele tornou-se um herói para outros pais com crianças desaparecidas. Com a sua ajuda, dezenas de crianças foram devolvidas às suas famílias. Guo, no entanto, disse que nunca participa das festividades, porque ele está à espera de seu próprio filho. Houve momentos em que ele tinha menos de 5 centavos no bolso, nem mesmo o suficiente para comprar uma refeição, mas jamais perdeu a esperança de um dia encontrar seu filho.

"Eu continuo dizendo, 'talvez amanhã Guo volte’, mas que ‘amanhã’ ainda está por vir", disse ele. Suas únicas preocupações é que sua antiga casa pode ser demolida enquanto ele está na estrada e de que o filho não o reconheça, após o reencontro.

A dolorosa história de Guo foi a inspiração para o filme ‘Lost and Love’, lançado este ano, estrelado por Andy Lau. Muitas pessoas conheceram sua situação depois de assistir ao filme, e agora estão mostrando seu apoio através das mídias sociais.

De acordo com uma reportagem da BBC, mais de 20.000 crianças são raptadas na China a cada ano. Em seguida, são colocadas no mercado negro ou vendidas abertamente em ambiente online.






Após uma semana de sumiço, mãe reencontra filho raptado em Santo Amaro (SP)


Bebê foi levado por uma mulher que ajudou a vítima a encontrar o Poupatempo na região

Bryan Manuel de Souza Felix, de aproximadamente três meses de vida, foi encontrado nesta terça-feira (7) por policiais militares na região de Santo Amaro, zona sul de São Paulo. O garoto estava desaparecido desde o dia 31 de março


De acordo o PM que atendeu a ocorrência, uma mulher morena e de cabelos lisos teria pedido para uma camelô da região segurar a criança. Ela disse que iria até a esquina e não voltou mais

Foto: Luiz Claudio Barbosa/Futura Press/Estadão Conteúdo


O menino foi levado para a base do Largo Treze, em Santo Amaro. A mãe de Bryan foi levada até a delegacia para reconhecer a criança

Foto: Marcelo S. Camargo/Frame/Estadão Conteúdo


No dia 1º de abril, Maria Beatriz de Sousa, mãe de Bryan, registrou um boletim de ocorrência após o sumiço do filho. Segundo ela, o bebê foi raptado no dia 31 de março por uma mulher, que se apresentou como Paula, e a ajudou a encontrar o Poupatempo da região

Foto: Luiz Claudio Barbosa/Futura Press/Estadão Conteúdo


Na ocasião, a suspeita informou o endereço e disse que também estava indo na mesma direção. Quando saiu do Poupatempo, Maria Beatriz encontrou novamente a mulher, que pediu para carregar a criança

Foto: Luiz Claudio Barbosa/Futura Press/Estadão Conteúdo


Depois disso, Paula convidou Maria Beatriz para ir a uma loja para comprar roupas para a criança. Após as compras, a suspeita sugeriu que a mãe do garoto fosse a uma lanchonete e se ofereceu para carregar Bryan. Quando Maria Beatriz voltou com o lanche, a suspeita havia sumido com seu filho.


A polícia ainda não possuiu pistas sobre o paradeiro de Paula. O caso deve ser encaminhado para o 11° Distrito Policial

Foto: Douglas Pingituro/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo


*Do Portal R7 São Paulo.

Cédula que homenageia as Mães da Plaza de Mayo é lançada na Argentina


Bilhete traz os principais símbolos do movimento por justiça na Argentina.
Edição foi lançada na quinta com a presença da presidente Kirchner.


A presidente argentina Cristina Fernández Kirchner lançou, na última quinta-feira (26), uma edição especial da cédula de 100 pesos argentinos que homenageia as Mães e Avós da Plaza de Mayo, um dos principais grupos organizados de luta contra o regime militar na Argentina e pela justiça das vítimas e familiares de vítimas da ditadura. A criação foi batizada de "Memória, verdade e justiça - um caminho rumo à identidade".

A cédula de 100 pesos argentinos equivale a aproximadamente R$ 36, e a nova edição, que, segundo a Casa de Moneda, não invalida as demais cédulas de mesmo valor já em circulação, inclui as mesmas novidades das cédulas impressas desde 2012: além dos mesmos mecanismos de segurança, o papel tem relevo em algumas partes, para que pessoas com deficiência visual possam identificá-lo.

Entre os símbolos escolhidos para a homenagem está o lenço que as mulheres amarram na cabeça, e se tornou uma das principais imagens do movimento, e uma cadeia de DNA que atravessa a cédula. Segundo a Casa de Moneda, a imagem foi escolhida porque os exames de DNA têm uma dupla condição: "A de aliado incondicional das Mães e Avós na árdua tarefa de restituição de identidades, e também para nos recordar que, graças a elas e a sua aposta pela vida, a necessidade de memória, verdade e justiça está para sempre em nosso código genético."

Na última terça-feira (24), a Argentina lembrou os 39 anos do último golpe militar no país.


*Do G1.

Maior hospital pediátrico do país participa de mobilização em defesa de crianças desaparecidas


O Hospital Pequeno Príncipe é apoiador do Conselho Federal de Medicina (CFM) na “Semana de Mobilização Nacional para a Busca e Defesa da Criança Desaparecida”, que será realizada de 25 a 31 de março. Na abertura, nesta quarta-feira (25), às 9h30, a instituição receberá integrantes do CFM para chamar a atenção dos médicos sobre procedimentos que auxiliam na busca por crianças e adolescentes desaparecidos.

Por ser a maior instituição de saúde exclusivamente pediátrica do Brasil, o Pequeno Príncipe foi o escolhido para representar os demais hospitais e ainda por atuar na proteção de crianças e adolescentes. “Há 95 anos, buscamos desenvolver ações que garantam melhores condições de vida aos pequenos pacientes. Apoiar uma ação como essa faz parte da nossa missão e, agora, os médicos também terão a oportunidade de mostrar que estão preocupados com o tema ‘crianças desaparecidas’”, destaca o diretor-técnico do Hospital e conselheiro estadual do CFM, Donizetti Giamberardino Filho.

Orientação aos médicos
Em 2014, o CFM publicou uma recomendação específica alertando médicos e instituições de tratamento clínico, ambulatorial ou hospitalar, para que, ao atender uma criança, fiquem atentos a procedimentos que auxiliam na busca por crianças desaparecidas. Dentre as orientações, estão:

– Observar como a criança ou adolescente se comporta com o acompanhante. Se demonstra medo, choro ou aparência assustada.
– Observar se existem marcas físicas de violência, como cortes, hematomas ou até abusos.
– Solicitar a documentação do acompanhante. Conforme a resolução do CFM, “a criança deve estar acompanhada dos pais, avós, irmão ou parente próximo. Caso contrário, pergunte se a pessoa tem autorização por escrito”.
– Desconfiar se o acompanhante fornecer informações desencontradas, contraditórias ou não souber responder perguntas básicas.

A recomendação na íntegra está disponível neste endereço eletrônico.



Semana de Mobilização Nacional para a Busca e Defesa da Criança Desaparecida

Além da ação no Hospital Pequeno Príncipe, o CFM fará um ato simbólico na Boca Maldita, no centro de Curitiba, a partir das 15h. A capital paranaense é reconhecida como exemplo nacional e internacional na busca de crianças. O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas do Paraná (Sicride) tem números de resgate superiores a 93%, muito diferente da realidade brasileira como um todo, que é de 15%, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). Por ano, são registrados em média 50 mil casos. Estima-se que quase 250 mil estejam desaparecidas no país.

O segundo evento está confirmado para o dia 31 de março, em São Paulo. A ação tem parceria com a Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD), conhecida como “Mães da Sé”. As entidades promoverão um ato público por políticas públicas de enfrentamento ao desaparecimento de crianças e adolescentes na Praça da Sé, no centro da capital paulista.


Fonte: Nana Martins