Gente Buscando Gente

Procuro a minha família

Marcelo Angélico de Jesus procura pela irmã LAURINDA ANGÉLICA DE JESUS. Ele conta que há quase 40 anos não sabe do seu paradeiro, desde que ela foi adotada por Antônio Gomes dos Santos e Delcidia Gomes dos Santos, que a levaram de Rubim para Belo Horizonte/MG.



Outras informações:

LAURINDA ANGÉLICA DE JESUS
Data de nascimento: 26/06/1957
Nasceu no distrito de Itapiru, em Rubim/MG

Mãe biológica: Maria Angélica de Jesus.

Desaparecido

ASTON ALISSON DA SILVA
Desapareceu em São Carlos/SP em 03/04/1994. Hoje ele tem 23 anos.

Aston na época tinha três anos e morava com a família em um condomínio de chácaras denominado Parque Itaipú, área rural de São Carlos/SP.

No Domingo de Páscoa por volta das 18:00 horas quando o pai pediu que ele entrasse em casa para tomar banho enquanto ele iria fechar o registro d’água localizado próximo à porteira da chácara.

Aston ficou parado em frente a um bebedouro batendo com um pau na cerca de arame farpado, olhando o pai subindo até a porteira.

O pai fechando o registro ouviu-o gritar por três vezes... "Pai, Pai, Pai. " Então foi até onde ele havia visto Aston pela última vezes e nada encontrou.

Buscas foram feitas no local pela polícia e corpo de bombeiros mas nenhuma pista do paradeiro da criança foi encontrada.

Um andarilho preso na época chegou a assumir que teria matado Aston, mas a família não acreditou e continuou as buscas.

Em 2000, os pais de Alisson viajaram até os Estados Unidos onde conseguiram produzir uma fotografia com o menino seis anos envelhecido.


Em 2008 imagens de um programa de televisão eram a nova esperança para uma família reencontrar o filho. A delegacia de São Carlos recebeu informação de que Aston tinha sido visto em um programa. Porém não se confirmou.

Um Milhão de Assinaturas pela Pessoa Desaparecida


No dia 03 de outubro de 2009 minha filha Ana Paula Moreno Germano, de 23 anos, saiu de nossa casa na cidade de Carapicuíba (SP) às 5h30min para ir trabalhar, cumprindo uma rotina que já fazia há quase dois anos. Ela entrava às 6h da manhã em uma empresa no bairro de Alphaville, região de Barueri, São Paulo, onde eu também trabalhava, só que no horário da tarde. Às 13h30min, quando cheguei à empresa, descobri que Ana Paula não tinha aparecido no trabalho aquele dia. Na mesma hora liguei para o seu celular, mas estava fora de área. Disse Sandra Mãe de Ana Paula.

Minha filha mais velha, juntamente de seu esposo, foram me buscar para irmos a empresa de ônibus conseguir com o setor de tráfegos um relatório do cartão de passagem de ônibus, que naquele dia não havia sido usado.

Como Ana Paula não tinha dinheiro na carteira, ficou claro que não embarcou no ônibus. Em seguida parti para as empresas de monitoramento da cidade, pois Alphaville tem muitas câmeras de segurança.

Tive acesso a todas as imagens daquele dia, ficando claro que minha filha não chegou a passar pela região. Às 18h eu já estava dentro da delegacia registrando o B.O (Boletim de Ocorrência), no dia seguinte fui a D.H.P.P. em SP Capital, registrando a queixa, levei a foto dela para ser colocado no site da polícia.

Dos policiais das delegacias por onde passei ouvi que eu já tinha levado 90% do trabalho pronto para a polícia. Até onde entendi, restava 10% para a polícia fazer, mas que não tiveram a capacidade de realizar. Da polícia tenho o B.O e mais nada. Não concederam nem a quebra do sigilo telefônico da minha filha, talvez a única maneira de conseguirmos uma pista.
São mais de dois anos de muita luta com a Justiça em todos os setores: delegados, promotores, enfim, já tentei de todas as formas.

Por desencargo de consciência fui até ao prefeito da minha cidade e dele ouvi que nada poderia ser feito.

Diante de tanto descaso, resolvi buscar uma providencia. Comecei a montar um quebra cabeça colocando tudo o que precisaria ter acontecido e não aconteceu, tudo o que deveria ter sido feito e não foi, e comecei a escrever uma resposta daquilo que com certeza precisaria acontecer.

Nessa investida soube que para ser apresentado ao Congresso Nacional um pedido que se comprova que o que existe não funciona, precisa, junto com o pedido de mudanças, ter 1 milhão de pessoas que queiram a mesma coisa. Resolvi então começar a recolher essas assinaturas para mudar a situação do desaparecimento de pessoas no Brasil.

Estas assinaturas deverão ser recolhidas entre os estados brasileiros. Quem quiser me ajudar e a todas as mães de pessoas desaparecidas no Brasil, basta assinar este abaixo-assinado.

Desistir dessa luta é desistir de minha filha, coisa que jamais farei.
Sinto em mim a dor de todas as mães dos desaparecidos, uma dor que nos enfraquece, que é a dor da incapacidade. Nos sentimos incapazes diante de tanto descaso, com nossos filhos sabe Deus onde, e nós sem poder fazer nada, esta dor é que nos aniquila. Mesmo assim nós, mães de desaparecidos, lutamos, temos projetos, temos sonhos e acreditamos que podemos mudar. Sei que são muitas as barreiras, que nem sempre temos forças ou condições de continuar, mas não importa. O que importa mesmo é a força e a fé que tenho que nós todas vamos vencer esta guerra.

Para assinar a petição do Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Pessoa Desaparecida no Brasil, que será enviado ao Presidente do Congresso Nacional clique aqui.






Procuro a minha família

Alípio Ribeiro da Silva tem 79 anos, e desde 1963 não vê os pais e os irmãos. Nascido na Bahia, mas de família Itabirana, ele mora atualmente em Foz do Iguaçu, no Paraná.


Quando foi embora, ele deixou na cidade de Itabira/MG os irmãos: Arcendino Ribeiro da Silva, Liberdino Ribeiro da Silva, José Ribeiro da Silva, Maria Ribeiro da Silva, Ana Ribeiro da Silva, Ilda Ribeiro da Silva e Odete Ribeiro da Silva. Os pais de Alípio são: João Ribeiro da Silva e Sebastiana Antônia de Jesus.


Senhor Alípio conta que perdeu o contato com a família depois de se mudar para o Paraná com o sogro. Antes, quando morava no Espírito Santo, onde trabalhava numa fazenda, vinha sempre a Itabira ver os parentes – na ocasião, a cavalo. Mas como aumentou a distância, ficou mais difícil manter a comunicação, principalmente porque na época não havia meios de comunicação como atualmente.

Procuro a minha família


Aristides José de Oliveira, 68 anos, mora em Contagem/MG e há mais de 60 anos não vê os pais e os sete irmãos deixados em Machacalis no Vale do Mucuri em Minas Gerais.

Ele saiu de casa aos 9 anos quando resolveu aceitar um trabalho de cozinheiro para um grupo de baianos que estava na região de Machacalis. “Minha família não tinha condições financeiras para sustentar os filhos. Por conta própria, decidi ir com eles para ficar fora uns dois anos”, relembra. O aposentado partiu depois de receber autorização da mãe, Lurcinda Maria de Jesus.

Nos dois anos seguintes, ele trabalhou como ajudante de madeireiro em várias cidades perto da terra natal e voltou para casa. Lá, chegou a ganhar um dinheiro com dois dos irmãos, Osvaldino e Emanuel José de Oliveira, abrindo valas. “Mas a situação não melhorava, e resolvi ir embora de novo. Aprendi a rodar por aí”, comenta o aposentado, que viajou ainda para cidades da Bahia e do Espírito Santo.

No início dos anos 70, três anos depois de se casar, Aristides procurou os familiares em Machacalis, mas eles não moravam mais na cidade, e a informação recebida era de que o pai dele, ANTÔNIO JOSÉ DE OLIVEIRA, tinha morrido.


Ele não tem mais esperança de encontrar a mãe e pelo menos quatro dos irmãos - duas mulheres (MARIA RITA e ADENIZA MARIA DE JESUS) e dois homens (ADÃO e CLEMENTE JOSÉ DE OLIVEIRA) - vivos. Porém, acredita que ainda poderá dar um abraço em EVA MARIA DE JESUS, OSVALDINO e EMANOEL.

Desaparecida

JOANA XAVIER DE SOUZA LISBOA

Foi vista pela última vez em março de 2011, em Florianópolis/SC

Estava em uma clínica de repouso para tratamento psiquiátrico em Canasvieiras, Norte da Ilha de Santa Catarina, e teria fugido do local na manhã do domingo de 13/03/2011 sem levar documentos, roupas ou dinheiro.

Foi vista no mesmo dia em Jurerê, praia ao lado de Canasvieiras, depois disto a família não teve mais notícias dela.

Ela é depressiva e fazia uso de medicamentos controlado.




Outras informações:

JOANA tem hoje 37 anos.

Tem 1,58m de altura e possui duas tatuagens, uma no ombro e outra na perna.


Data de Nascimento: 05/06/1977

Procuro a minha família

José Wilson Alencar de Oliveira procura pelo tio CICERO JOSE DE OLIVEIRA de 68 anos que é Pernambucano e nos anos 70 morava na cidade de Remanso/BA e trabalhava na construção civil.


Esta é a única foto que ele tem do tio que em 1978 foi para Barreiras também na Bahia, e não deu mais notícias. Depois de uns 10 anos, o sobrinho soube que o tio estaria morando em Brasiléia no Acre, mas não conseguiu confirmar a informação.

Mais 20 anos se passaram e o tio enviou um telegrama de Rio Branco/AC, pedindo que os pais enviassem cópias de seus documentos, pois ele tinha perdido e precisava tirar outros.

O sobrinho conta que não foi possível enviá-los, pois não havia endereço. Em 2004, ele conseguiu o endereço do tio em Rio Branco/AC, sendo: Segundo Distrito – Rua 17 de novembro, 1186. Foram enviadas cartas, mas voltaram por endereço insuficiente.

Outras informações:

CICERO JOSE DE OLIVEIRA
Data de nascimento: 27/06/1946 – 68 anos
Naturalidade: PERNAMBUCO
Filiação: JOSÉ RODRIGUES DE OLIVEIRA e DIOLINDA MARIA DE JESUS (ou DIOLINA SENHORINHA DE JESUS)

Procuro a minha família


A única recordação que Marlene Maria Santana de 57 anos tem do irmão é uma carta desgastada com o tempo que foi escrita em 1976. Ela se recorda que ainda era criança quando o irmão saiu de casa e nunca mais voltou.

JAIME EVANGELISTA DOS SANTOS teria ido para Goiás para trabalhar na colheita de arroz. Ele escrevia cartas, mas com a mudança da família de Gitaúna para Itapetinga/BA eles perderam contato.


Jaime tem cerca de 70 anos e é filho de Filomena Maria de Santana e Saturnino Evagelista dos Santos. Já os avós paternos são: Joaquim Evangelista dos Santos e Jadilina Procópio de Almeida e os avós maternos, Fortunato José de Santana e Inês Maria da Conceição.

Procuro a minha família

Almira Lima Teles, 57 anos, mora em Teófilo Otoni/MG e desde janeiro de 2011 procura pelo filho ALISSON MARCOS LIMA TELES que hoje tem 27 anos.

Ele faz uso de medicamentos para depressão.

Alisson estava passando férias no distrito de Fidelândia que pertence ao município de Ataléia/MG, onde saiu em direção ás cidades do Espírito Santo. Tendo sido visto pela última vez na cidade de Água Doce do Norte – ES.


Dona Almira fez registro do desaparecimento do filho nas policias de Minas Gerais e Espírito Santo.



Mãe procura filho desaparecido há 33 anos em Salvador/BA

Mulher diz que ex-marido pode ter envolvimento com o desaparecimento.
Criança sumiu após babá ir em um bar vizinho comprar doces.

Terezinha de Jesus procura o filho desaparecido há mais de 33 anos em Salvador. Segundo informações da mulher, uma antiga babá que trabalhava para ela sumiu com o filho, que tinha apenas dez meses de idade. De acordo com Terezinha, a babá pode ter tido a ajuda do ex-marido, que desapareceu.


Terezinha voltou ao local onde a criança desapareceu no bairro de Santa Cruz, em Salvador. "Eu morei em uma casa, que fica ao lado de um bar. Ele estava no braço da babá, quando meu ex-marido a chamou e pediu para ela ir ao bar vizinho à casa para poder comprar uns doces. Ele deu uns doces à ela para que ela levasse para seus irmãos e a partir daí, meu filho desapareceu", contou Terezinha.

De acordo com a mulher, o homem que se tornou o principal suspeito do sumiço do menino a conheceu quando ela já tinha a criança, quando ela era mãe solteira. Ela disse que o ex-marido chegou a dizer que aceitava a cuidar do garoto, mesmo não sendo o pai biológico. "Depois ele ficou incomodado com o choro do menino. Quando a criança chorava ele mandava o menino calar a boca e aí foi quando tudo aconteceu. Eu disse a ele que ia embora com meu filho. Então, dois dias depois, meu filho desapareceu", disse emocionada.

Terezinha conviveu com o ex-marido durante 20 anos sem saber de nada. Ela teve quatro filhos com ele. "Meu cunhado morreu e meu ex-marido também, há seis anos atrás, antes do irmão", disse. De acordo com ela, eles seriam os únicos que sabiam da verdade sobre o desaparecimento da criança.


O único documento do filho que ficou com a mãe foi a certidão de batismo. "Enquanto eu fiquei internada no período em que aconteceu o incidente, meu ex-marido deu fim as fotos e roupas que tinha da criança. Só me resta essa prova. Ele sumiu com tudo e disse que fez isso para eu não sofrer. Eu nunca esqueci dele um segundo. É um pedaço da gente que está por aí sem nós sabermos. Eu sonho muito com ele e peço todo dia a Deus, nas minhas orações, para encontrar com ele", disse.


*Do G1.

Procuro a minha família

Maria de Lourdes Gonçalves Nunes procura pelo esposo FLAMINO MACIEL NUNES que desapareceu na cidade de São Paulo.

Eles saíram de Governador Valadares/MG em dezembro de 2011 e foram para São Paulo onde ele apresentou problemas mentais devido a não continuidade do uso de medicamentos prescritos.


Ela conta que passou a noite tentando segurá-lo para que não saísse, mas que no dia seguinte ele saiu de casa tomando rumo ignorado.



Curiosidade: A foto da nossa capa

Esta foto mostra toda uma família reunida para o reencontro de quatro irmãs depois de 46 anos.

Embarcamos em Governador Valadares/MG para um reencontro que demorou 46 anos para acontecer. Ansiedade, expectativa, há mais de quatro décadas toda a família de dona Rita pôs o pé na estrada em busca de uma vida melhor.

No aeroporto em Curitiba/PR as quatro irmãs se abraçam. Com os anos foram se perdendo os contatos mas não os laços familiares.

O reencontro só foi possível porque as filhas de dona Rita participaram do Quadro Desaparecidos realizado durante todo o ano de 2013 em parceria com a TV Leste.


E foi através do registro de um óbito que os voluntários da entidade conseguiram montar todo o quebra cabeça e localizar as outras três irmãs.





Procuro a minha família

Augusta Gomes Rodrigues procura ANÍZIA RAMOS DE PAULA que tem cerca de 74 anos e pelo filho dela ADÃO LUIZ RAMOS DE PAULA que tem cerca de 50 anos e aparece nesta foto antiga que ela guarda.


Eles moravam em São Gonçalo no Rio de Janeiro e não fizeram mais contato após os desabamentos em 2010.



Procuro a minha família

Maria Gomes da Silva há 24 anos procura pela filha ELIANA GOMES DA SILVA que saiu de casa em Governador Valadares para ir ao dentista e nunca mais voltou.



Procuro a minha família

Aline de Paula da Silva procura pelos irmãos paternos GEANE DA SILVA REIS, EDIQUENI DA SILVA REIS e GILDEZ DA SILVA REIS.

Eles aparecem nesta foto quando eram todos crianças e foram levados pela ex-esposa do seu pai (Marli da Silva Reis), quando eles se separaram em 1986 e ela teria ido para Vitória no Espírito Santo.

Seu pai se chama Gildásio Ferreira da Silva.




LG cria dispositivo para pais rastrearem filhos por GPS e Wi-Fi

'Smartwatch' emite alerta caso crianças cheguem a locais proibidos pelos pais; áudio pode ser aberto caso filhos aparentam estar em perigo


Os pais superprotetores agora podem contar também com a ajuda do novo dispositivo criado pela LG. Trata-se de um aparelho com sistema GPS e Wi-Fi, que deve ser inserido nos braços das crianças, como se fossem relógios. Assim, os pais podem acompanhar os passos dos filhos acessando de um tablet ou smartphone.

No "KizOM", todas as configurações, como o número pré-cadastrado para fazer chamadas com apenas um toque, podem ser modificadas por um dispositivo com Android 4.1  de forma remota. O dispositivo também recebe ligações e, se a criança não atender,  aparelho automaticamente abre o áudio e permite que os pais acompanhem o que está acontecendo ao redor do filho ou da filha.

A LG destaca outra funcionalidade: os pais podem programar o dispositivo para que as crianças não transitem por determinados locais. Caso isso ocorra, automaticamente eles recebem um sinal de alerta.

O dispositivo tem um baixo consumo de energia, já que, com uma bateria de apenas 400 mAh, a empresa garante até 36 horas de uso sem precisar de recarga. Caso a bateria chegue a 25% de capacidade, o KizOM envia um alerta aos pais. O gadget conta também com memória interna de 64 MB de RAM e compatibilidade com redes 2G e 3G.

O KizOM está previsto para chegar à Coreia do Sul ainda em julho. Já nos Estados Unidos e Europa, as lojas deverão recebê-lo em meados de setembro. Por enquanto, não há informações sobre o preço e nem a possibilidade de lançamento no mercado brasileiro.


*Do Jornal O Tempo.

Procuro a minha família

Maria das Dores da Silva procura pelo filho mais velho JOSÉ GOMES DA SILVA que saiu da zona rural em Governador Valadares – MG e teria ido para São Paulo a procura de trabalho e há 28 anos não dá notícias.

Quando saiu ele morava com a família no córrego dos Bernardes. Depois de 25 anos retornou vindo ver a família. Voltou para lá e há 28 anos não dá notícias. Quando veio contou para todos que tinha constituído família lá na cidade de Diadema – SP. A esposa dele se chama “Marlene”.



Procuro a minha família

Luiza Leite da Silva procura pelo irmão JOZINO LEITE DE SOUZA que há 55 anos saiu de Engenheiro Caldas – MG e teria ido para o Paraná em busca de trabalho.

Ela conta que depois de um tempo teve notícias que do Paraná ele foi para o Mato Grosso do Sul.

Informações de JOZINO:

JOZINO LEITE DE SOUZA
Filiação: Maria Joaquina da Silva e Joaquim Leite de Souza

Nasceu no Córrego dos Leite, município de Santa Barbara, hoje Engenheiro Caldas.



Polícia encontra corpo de jovem desaparecida em Blumenau/SC

Tamara Regina Pereira estava desaparecida a 12 dias e seu corpo foi encontrada por um homem que trabalhava em um matagal próximo a BR-470

Na manhã desta quinta-feira (3) um homem estava trabalhando em um matagal próximo ao Km 18 da BR-470 e encontrou o corpo de uma mulher. Se trata de Tamara Regina Pereira, de 23 anos, que havia sido vista pela última vez a 12 dias na rua Estanislau Schaette, bairro Água Verde - Blumenau.

A Polícia acredita que devido ao estado de decomposição o corpo deve estar lá a pelo menos uma semana, o que confirma a ligação com o sumiço. Os braços estavam amarrados para trás com um pano e havia um ferimento na nuca. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e a Polícia Civil investiga ao crime.

*Do Portal Farol Blumenau.

Procuro a minha família

Carlos Roberto Ferreira procura pela mãe MARIA APARECIDA FERREIRA (Maria Aparecida Medeiros – nome de casada).

Ele conta que tem poucas lembranças da mãe porque na época que ela separou do pai e foi embora ele tinha apenas cinco anos. Sabe dizer apenas que ela tem hoje cerca de 75 anos.


Recorda ainda que na época eles moravam em Governador Valadares na Rua Mato Grosso.



Familiares e amigos protestam contra desaparecimento de garota em Blumenau/SC

A jovem, de 23 anos, foi vista a última vez no dia 21 de junho em um ponto de ônibus


Familiares e amigos de Tamara Pereira, de 23 anos, desaparecida desde o dia 21 de junho, em Blumenau, se reuniram na noite de terça-feira (01/07) para pedir ajuda na solução do caso. O encontro foi na rua Estanislau Schaette, ao lado do ponto de ônibus, onde a jovem foi vista pela última vez. Com cartazes e fotos, amigos e família fizeram o apelo.

Câmeras de monitoramento de estabelecimentos vizinhos gravaram o momento em que Tamara caminha em direção ao ponto de ônibus. Três minutos depois, passa um Volskwagem/Gol branco, que seria do suspeito de ter levado a menina. Uma outra imagem revela que 14 minutos depois, o homem força a jovem a entrar no carro. Em seguida, o veículo sai em direção ao bairro Velha. Ninguém reconheceu o suspeito.


Caso alguém tenha informações sobre o paradeiro da jovem, os telefones (47) 3237-1523, (47) 9151-5237 ou (47) 9959-8164 estão disponíveis para contato.


*Do Jornal Notícias do Dia.

Procuro a minha família

Há mais de 50 anos, Maria Joaquina Serafim de 88 anos, perdeu o contato com seus quatro irmãos que teriam ido para o Paraná.

JOSÉ ANTÔNIO FERNANDES, nascido em 19/12/1920,
ANTÔNIO JOAQUIM FERNANDES,
JOÃO MANOEL FERNANDES, nascido em +- 07/07/1931
MANOEL ANTÔNIO FERNANDES, casado com Zélia.

Na época eles trabalhavam em uma carvoeira da Acesita, situada no Córrego da Limeira, município de Jampruca em Minas Gerais.

Eles são conhecidos como “A Família dos Portugueses”.

Ela se lembra ainda que o irmão JOÃO MANOEL FERNANDES casou-se com MARIA JOSÉ DA SILVA em 27 de dezembro de 1954 na cidade de Coronel Fabriciano/MG.

Esta é a única foto que ela guarda do casamento de seu irmão JOÃO MANOEL FERNANDES.




Procuro a minha família

Rosilene Ferreira dos Santos, procura pelo pai da sua filha Brenda Ferreira da Silva.

Ela conta que ele se mudou em 2002 de Belo Horizonte onde morava para outra localidade sem conhecê-la.

RILDO RIBEIRO DA SILVA (foto) tem hoje cerca 45 anos.


Ela conta que eles se conheceram na padaria onde ela trabalhava como balconista e ele estava lá fazendo serviços de pedreiro.

O sonho da filha é conhecê-lo.


Nesta foto aparece ela (Rosilene) junto com o Rildo e uma outra amiga que também trabalhava na Padaria Papão no bairro Caiçara em Belo Horizonte – MG.

Engenheiro que estava desaparecido em MG deve prestar depoimento nesta terça

O jovem de 25 anos foi encontrado neste domingo depois de sete dias sumido. Polícia quer esclarecer o que motivou o desaparecimento

O engenheiro Bruno Souza Gusmão, 25 anos, encontrado na noite desse domingo em uma mata localizada em Diamantina, Região do Vale do Jequitinhonha, depois de ficar desaparecido por uma semana, deverá prestar depoimento à Polícia Civil nesta terça-feira. A informação foi confirmada por funcionários da delegacia de Montes Claros, cidade onde o jovem vive com a família. Conforme a polícia, Bruno bateu o carro, no último dia 22, quando se deslocava para Montes Claros. Logo depois ele se perdeu.

A polícia começou a investigar o desaparecimento na semana passada, após ser acionada pelos familiares. O responsável pelo caso, delegado Henrique Franco, não foi encontrado para falar sobre a sequência dos trabalhos, mas policiais informaram que o jovem será interrogado nos próximos dias.

Conforme informações da tia de Bruno, Cleide Márcia Cardoso, ele perdeu muito peso e foi encontrado com sinais de desidratação e com vários machucados. “Nossa família ficou muito preocupada, foram momentos que não desejamos passar nunca mais. O Bruno está muito ferido por picadas de mosquito, se desidratou e emagreceu demais. Ele nos relatou pouquíssimas coisas até o momento, mas o que podemos dizer é que foram dias de muita fome e sede. Ele não morreu porque encontrou um pé de laranja e pôde se alimentar”, disse.

Segundo familiares, o próprio Bruno conseguiu pedir socorro, após chegar a um comércio e usar o telefone do local. O engenheiro ainda não deu detalhes sobre o sumiço. “Ele está bem, esteve hospitalizado até o início da madrugada de hoje e depois o levamos para o hotel. Ainda não pudemos conversar com o Bruno sobre o desaparecimento, pois ele estava muito agitado e debilitado. Por isso decidimos poupá-lo. O que posso dizer é que quando chegamos ao hospital ele me abraçou e me mostrou um pedaço de papel que encontrou no meio da mata, era uma pequena oração”, relatou a tia.

Nesta manhã, o Corpo de Bombeiros de Diamantina foi acionado para acompanhar Bruno de volta ao local onde ele esteve para procurar os pertences que foram perdidos. Conforme o sargento Eustáquio Dias, alguns objetos foram recuperados. “A vítima nos informou que escondeu os materiais em diferentes pontos, para que não precisasse carregar muito peso. Encontramos em pelo menos quatro locais diferentes o notebook, mochila e alguns objetos”, disse.

Ainda segundo os bombeiros, a família não quis continuar a busca pelos documentos do engenheiro e preferiu retirar a segunda via. Bruno vai retornar à Montes Claros nesta tarde, acompanhado da mãe e da tia.

*Do Jornal Estado deMinas.

Família encontra engenheiro que estava desaparecido em Diamantina



Jovem foi encontrado no fim da tarde deste domingo depois de entrar em contato com os familiares usando o telefone de um bar; ele está desidratado e ainda não deu detalhes sobre como se perdeu


O engenheiro Bruno Souza Gusmão, de 26 anos, foi encontrado no fim da tarde deste domingo (29), em Curralinho, distrito de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, após passar sete dias desaparecido. A família não tinha notícias do rapaz desde o dia 22 de junho, quando ele saiu de Montes Claros, no Norte de Minas, para participar de uma reunião de trabalho em Diamantina.

De acordo com a irmã do engenheiro, a administradora Luana Souza Gusmão, de 23 anos, foi o próprio engenheiro quem entrou em contato com a família, usando o telefone de um bar onde entrou para pedir comida. Luana conta que a sensação de encontrar o irmão foi de alívio. “O pesadelo acabou, graças a Deus”, disse.

Muito emocionado, o engenheiro contou à família que passou seis dias sem comer, perdido em um matagal, mas ainda não deu detalhes sobre como se perdeu. Desidratado, ele foi encaminhado a um hospital em Diamantina para receber atendimento médico.

Relembre

Após sair de Montes Claros em direção à Diamantina para uma reunião de trabalho, o engenheiro Bruno Souza Gusmão, de 26 anos, acabou desaparecendo misteriosamente. No último domingo (22), o carro dele, um Volkswagen Gol, foi encontrado batido na Serra de Diamantina, próximo ao Campus da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), sem nenhum de seus pertences.

*Do Jornal O Tempo.

Após 29 anos, mãe de Mogi ainda espera achar filho desaparecido



Kenned tinha 4 anos em 1986 quando foi visto pela última vez.




Todos os dias, há 29 anos, a comerciante de Mogi das Cruzes (SP) Divanei Pereira, de 50 anos, faz uma oração especial pela manhã. É um pedido para que o filho Kenned Robert Pereira esteja bem e que um dia possa voltar para a casa.

O menino desapareceu misteriosamente no dia 11 de abril de 1986, com 4 anos de idade, e nunca mais foi visto. E em todos os meses de maio, especialmente no Dia das Mães, a comerciante renova as esperanças de rever o filho: "Espero que este seja o último Dia das Mães que eu passo sem o meu filho. Eu não perco as esperanças. Ele ainda vai voltar e sempre será o meu menino, pois aquele rostinho de criança dele está congelado na minha mente", desabafa a comerciante Divanei.

Segundo a mãe, no dia do desaparecimento havia muitas pessoas em um pico perto de onde a família morava, em Mogi, para observar a passagem do cometa Halley. "Acredito que ele não esteja no Brasil. Deve ter sido levado por alguém para outro país. Atualmente, depois de tudo o que passei, estou preparada e posso dizer que perdoo a pessoa que pode ter levado o meu filho embora", diz a comerciante.

Se estiver vivo, Kenned é um homem de 32 anos completados no dia 22 de fevereiro. As fotos de criança são de um menino de cabelos loiros e encaracolados. A mãe guarda os poucos retratos do garoto, assim como um caminhão de plástico dos bombeiros. "Ele amava este brinquedo", lembra.

Segundo Divanei, a infância do menino foi feliz. "Era uma outra época. Não tinha esse perigo que temos hoje de deixar crianças na rua. Nós morávamos em um bairro com ruas de terra. Minha mãe e minha sogra viviam a poucos metros da minha casa", detalha.

No dia 11 de abril de 1986, por volta das 16h, a comerciante deixou os filhos Kenned e Karina, de 5 anos, na casa de sua mãe, a poucos metros de onde morava, no bairro Ponte Grande, em Mogi das Cruzes. A comerciante e o marido foram ao centro da cidade. "Era um dia bonito, estava sol. Meus filhos estudavam em uma escolinha no jardim da infância, mas não consigo me lembrar o motivo pelo qual eles não foram à aula nesse dia", detalha. Por volta das 18h, o casal retornou à Ponte Grande.

Divanei foi para a casa e pediu para que o esposo fosse buscar as crianças na casa da mãe dela. "Ele voltou somente com a Karina e me disse, nessas palavras, 'Bem, eu não achei o Kenned'. Fui correndo para a casa da minha mãe. O menino desapareceu enquanto brincava na rua e a avó não tinha percebido. "A noite caiu e nós notamos que ele [Kenned] realmente havia sumido", lembra a comerciante.

Uma grande mobilização tomou conta da cidade. A mogiana diz que vieram policiais de São Paulo para ajudar nas buscas. "Por vários dias esses policiais fizeram buscas no Rio Tietê, já que havia suspeita de que meu filho pudesse ter desaparecido por lá", explica. O tempo passou e cada vez mais as notícias sobre o possível paradeiro do menino iam se diluindo. "Eu era uma garota de vinte e poucos anos. Fiquei muito deprimida e emagreci bastante. Cheguei aos 43 quilos", conta.

O misterioso sumiço da criança ganhou destaque na imprensa de Mogi das Cruzes e de todo o Brasil. Divanei mantém boa parte destes recortes de jornais da época. Em 2002, uma revista americana divulgou uma matéria mostrando como seria o rosto de Kenned aos 18 anos. A técnica de evolução da face, segundo a comerciante, foi feita pela polícia americana, a Swat. Para chegar ao suposto rosto do menino, eles usaram características da mãe, pai e irmã:

"Eu era associada a 'Mães da Sé'. Eles [Swat] escolheram o Kenned para fazer este trabalho por causa do tempo em que ele já estava desaparecido", justifica.
O caso foi investigado em Mogi das Cruzes e o delegado que comandou os trabalhos, na época, já se aposentou e não foi localizado. O G1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, mas por se tratar de um caso antigo a polícia não possui registros sobre o desaparecimento. Em nota, a SSP informou que a delegada titular da 4ª Delegacia de Pessoas

Desaparecidas do DHPP, Maria Helena do Nascimento, está à disposição da família para inserir o desaparecimento no Banco de Dados da Polícia Civil, mediante comparecimento da mãe à delegacia.

A mãe do menino disse que irá a São Paulo para conversar com a delegada. "Irei me programar para ir ao DHPP o mais rápido possível. Essa atualização é muito importante", diz Divanei.


Cometa Halley

Divanei tem uma suspeita: o filho pode ter sido levado por pessoas de outros países que visitavam Mogi das Cruzes no dia do desaparecimento. "Havia um grande movimento de pessoas estrangeiras e de posse na cidade. Naquela noite o cometa Halley passaria perto da Terra. Por isso, havia muita gente seguindo em direção ao Pico do Urubu. E todo esse engarrafamento de carros passava justamente na nossa vizinhança", conta. Por causa dessa suspeita, Divanei tem quase certeza de que seu filho esteja vivendo em outro país. "Ele deve estar bem", afirma.

DNA

Em 1996, um programa de televisão encontrou um menino com as mesmas características no estado de Alagoas. Mas, após dois exames de DNA, ficou compravado que não se tratava de Kenned. "Foi uma frustração. Eu tinha certeza que era meu filho. O Marcelo [menino encontrado] possuía uma cicatriz no pé identica à do Kenned. Mas os exames apontaram que não era ele. Essa criança foi encontrada em um orfanato em Alagoas", explica.

Desde então, Divanei não teve nenhuma outra pista concreta sobre o paradeiro da criança. Desde 2013, a família mantém uma página em uma rede social, com fotos de como seria o rosto de Kenned aos 18 anos e o tipo sanguíneo dele. No espaço também há fotos de recortes de jornais e informações do caso. Além do idioma português, a página tem versões em inglês e espanhol.

Atualmente, Divanei continua trabalhando como comerciante em Mogi das Cruzes. Ela vive com o marido e a filha mais nova, nascida anos após o desaparecimento do irmão, em um outro bairro. A outra filha, que estava com Kenned no dia do desaparecimento, se casou, conforme disse Divanei. "Assim vou levando a minha vida. Nunca me culpei pelo acontecido e atualmente não culpo e não tenho raiva de ninguém. Aprendi que não se cai uma folha de uma árvore sem que Deus permita. Enquanto houver um fôlego de vida, sempre haverá esperança", concluiu.


*Do G1.